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Primeiros socorros em trilhas, praias e montanhas
Vem chegando o verão e, junto com o sol,
aparece aquela vontade de curtir o calor praticando esportes
ao ar livre. Além da praia, campeã na preferência
dos turistas, o crescimento do ecoturismo vem popularizando
outros destinos, como trilhas, escaladas, rafting e canoagem,
principalmente entre os jovens.
O que pouca gente se lembra é que, além do bronzeado,
belas paisagens e banhos de cachoeira, o visitante também
estará entrando em contato com outros aspectos menos
glamourosos da natureza: picadas de insetos, insolação,
tombos e demais incidentes que qualquer aventureiro está
sujeito a enfrentar.
Para saber enfrentar melhor essas
situações, as dicas de primeiros socorros em caso
de acidentes nas praias, nas montanhas e nas trilhas no Brasil
são:
• Praias
• Trilhas
• Montanhas
• Caixa de primeiros socorros
Praias
Insolação
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A campeã de acidentes durante
o verão é a insolação, uma exposição
excessiva ao sol que pode causar desde vermelhidão e
queimaduras na pele, desmaios, calafrios, dores de cabeça
e desidratação.
Contra a insolação, o
melhor remédio é a prevenção, utilizando
protetor solar, boné e a ingestão de muita água
- no mínimo, 2 litros por dia, aumentando a dose caso
vá praticar esportes.
"Em casos mais graves de insolação,
a vítima tem de interromper a viagem e ser encaminhada
a uma clínica médica onde, a princípio,
é administrado soro", afirma o médico Antônio
Carlos Lopes.
Alergia,
queimadura e intoxicação -
São causados através de contato com
medusas, caravelas, ouriços-do-mar e outros animais marinhos
urticantes, que provocam queimaduras dolorosas, inflamação
do local afetado e, em alguns casos, alergias.
"A primeira providência é lavar o ferimento
e aplicar uma loção antiurticante no local".
"Antiestamínicos e analgésicos podem reduzir
a reação do veneno e aliviar a dor".
Trilhas
Torções
- "Durante caminhadas, as torções
nos tornozelos são os incidentes mais comuns. Também
é possível prender o pé em alguma pedra
e, com isso, sofrer uma luxação. Casos mais graves,
como fratura ou ruptura de ossos, são mais difíceis
de acontecer em trilhas leves" .
Em caso de torção leve, é
preciso carregar o ferido. Segundo Lopes, a improvisação
de uma tala é o último recurso que deve ser utilizado,
especialmente em casos mais graves. "A tala pode causar
traumas ainda maiores, piorando a situação do
ferido. O melhor a fazer é improvisar uma maca, para
imobilizar o acidentado durante o transporte", afirma.
Escoriações
- Arranhões em pedras e plantas pontiagudas
ou com espinhos são praticamente inevitáveis em
qualquer tipo de trilha. Para evitar que o ferimento infeccione,
é preciso limpar muito bem o local ferido e desinfetá-lo
com algum anti-séptico (ver Caixa de Primeiros Socorros),
protegendo a ferida com bandagens próprias.
"Uma das escoriações clássicas entre
o público jovem é o corte no queixo, provocado
durante tropeções", nos casos mais graves
a vítima deve ser encaminhada ao posto médico
mais próximo e, dependendo do tipo do ferimento e da
orientação médica, pode-se até tomar
injeção antitetânica".
Animais
peçonhentos - Cobras, escorpiões,
aranhas e até abelhas podem estragar uma bela aventura
na mata. "No caso de acidentes com cobras, aranhas e escorpiões,
o socorro deve agir rapidamente e a remoção da
vítima precisa ser imediata, no máximo em duas
horas. Neste período, o acidentado deve mover-se o mínimo
possível".
Ë preciso ter muita cautela quando se usar
o torniquete, e em muitos casos não é o mais aconcelhavel,
pois apertando o local da ferida e impossibilitando a circulação
normal do sangue pode não adiantar nada para impedir
a ação do veneno, e o torniquete ainda pode causar
uma gangrena.
Picadas de abelhas e vespas normalmente são
mais dolorosas do que perigosas, exceto entre pessoas que são
alérgicas a estes insetos. "Quem já sabe
que é alérgico deve consultar um médico
antes da viagem e levar o medicamento apropriado. Para as outras
pessoas, um anestésico em spray ou mesmo repelente de
insetos comum já resolve bastante".
Hipotermia
- Uma caminhada sob um sob de 35 graus, seguida
de um mergulho em uma cachoeira gelada, pode causar muitos problemas,
como a hipotermia. "A hipotermia ocorre quando o corpo
perde calor mais rápido do que é capaz de produzir,
geralmente em contato com água fria, vento gelado ou
a combinação dos dois".
Os sintomas da hipotermia são exaustão,
dormência nas extremidades (particularmente dedos das
mãos e pés), comportamento violento ou desconexo
e perda dos sentidos. Para socorrer uma vítima de hipotermia,
a primeira providência é retirá-la da água,
remover as roupas molhadas, trocando-as por outras secas e aquecidas.
Em seguida, deve ser administrado algum líquido quente
- mas nada de bebidas alcoólicas - e algum alimento calórico
de fácil digestão.
Montanhas
Mal
da montanha - Quem já fez caminhadas
na Trilha Inca, no Peru, conhece bem o mal da montanha: dor
de cabeça, náusea e sangramento do nariz. Estes
sintomas são provocados pela variação da
pressão de acordo com a velocidade que o aventureiro
sobe a montanha.
"No Brasil, são raros os registros
do problema, já que o mal da montanha manifesta-se durante
escaladas de montanhas acima de 2.500 metros, mas alguns moradores
de cidades litorâneas, quando fazem escaladas, reclamam
um pouco".
Nestes casos, um analgésico, para evitar
dor de cabeça, e muita hidratação resolvem
o problema.
Grutas
- Quem pratica espeleologia e penetra em grutas
não demarcadas ou sem a orientação necessária
corre o risco de se contaminar com doenças provocadas
por morcegos, os habitantes tradicionais das grutas e cavernas.
A histoplasmose é
uma delas. Essa doença é uma infecção
causada por fezes de morcegos que, quando inaladas, acabam afetando
os pulmões. "Outro problema é ser mordido
por um desses mamíferos voadores e contrair raiva. Em
ambos os casos, a procura do médico deve ser imediata
e, no caso da raiva, o paciente pode se preparar para tomar
injeções".
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Como prevenir-se de queimaduras de sol e picadas de insetos?
Poucas coisas atrapalham
tanto uma viagem quanto uma queimadura de sol ou coceiras provocadas
por picadas de insetos. Além da conseqüência
imediata sobre sua viagem, sol e insetos podem causar males
mais graves e, o que é pior, definitivos para o corpo.
Por isso o melhor é prevenir-se, levando sempre na bagagem
os produtos e utensílios corretos para proteção.
Filtros
e protetores opacos - De acordo com médicos
Dermatologistas, o principal prejuízo causado pelo sol
é o envelhecimento precoce da pele. Existe, porém,
um grupo de risco formado por pessoas de pele clara, com histórico
de queimadura anterior, sardas e pintas pelo corpo ou histórico
de câncer de pele na família.
Em qualquer caso, deve-se tomar o máximo
de cuidado com o sol, evitando o período entre 10 e 15
horas. "Se ele for inevitável, é necessário
utilizar o filtro solar". Além do filtro, que não
fornece proteção absoluta pois sai com água,
suor e com o passar do tempo -, é necessário utilizar
também protetores opacos como camiseta, chapéu
e óculos escuros.
Quanto à utilização dos filtros,
é importante ressaltar que não devem ser esquecidas
as partes do corpo que, aparentemente, ficam menos expostas
e que não costumam estar cobertas por protetores opacos,
como orelhas, lábio, pés e parte de trás
das pernas.
O Fator de Proteção Solar (FPS),
índice utilizado para medir a capacidade de proteção
dos filtros, não precisa ser maior que 15. "A partir
daí, gasta-se mais e ganha-se muito pouco benefício",
explica. "Quem precisa de um FPS maior nem deveria tomar
sol."
E os bronzeadores? Os estimulantes de bronzeamento
não têm sido fabricados comercialmente porque sua
ação é simplesmente a de acelerar a queimadura.
"Quem encontrar algum à venda ou receber alguma
receita caseira não deve utilizar, principalmente se
tiver dificuldade em se bronzear".
Outra informação importante refere-se
ao sol de inverno, aquele encontrado, por exemplo, em estações
de esqui. Nesse caso, apesar de incidir com menor força,
o sol pode ser muito intenso devido à altitude do lugar
e ao reflexo na neve. A proteção deve ser a mesma
já citada pelo professor, utilizando os filtros e nunca
esquecendo os protetores opacos: "Nesses casos, roupas,
óculos e máscaras são imprescindíveis".
Voracidade
x alergia
Além do sol, os insetos também podem
deixar más recordações de uma viagem, as
reações a uma picada variam muito, dependendo
principalmente do grau de alergia da pessoa. "Podem ocorrer
infecções, decorrentes do ato de coçar
as feridas, e conseqüências graves, como um choque
anafilático após o encontro com uma espécie
estranha e muito voraz".
Os repelentes são sempre a melhor opção,
principalmente para quem viaja com crianças, que sofrem
mais por não terem imunidade adequada ao veneno. De acordo
com ele, os produtos vendidos comercialmente são testados
principalmente contra a toxidade, podendo ser utilizado por
pessoas de todas as faixas etárias.
Devido à diversidade de reações
que as picadas de insetos podem causar, assim como às
diferentes graduações de queimadura provocadas
pelo sol, não é possível, em nenhum dos
casos, indicar um produto para atenuar ardores e coceiras.
- Quais medicamentos levar em
uma viagem?
Se você vai viajar para o exterior e não
está acostumado a mudanças de clima e alimentação,
é bom estar prevenido. Nada como levar uma bolsinha de
primeiros socorros, principalmente se você vai aterrissar
em um país de língua estrangeira.
Nesse caso, falar com um médico ou pedir
determinado remédio ao farmacêutico pode se tornar
um transtorno.
Se você vai viajar com crianças pequenas
são necessárias precauções extras,
como ter em mãos soro fisiológico para reidratação
oral, esparadrapo, curativo adesivo tipo Band-Aid e gaze, além
de Merthiolate ou mercurocromo para desinfetar machucados.
A não ser em caso de o viajante estar passando
por um tratamento, a lista não deve conter nenhum medicamento
mais complexo, como os de tarja vermelha ou preta, que só
podem ser comprados com receita médica.
Importante lembrar que alguns remédios não
podem ser levados para outros países. "Existem remédios
que são controlados, marcados com tarja preta, como calmantes,
tranqüilizantes e anfetaminas. Alguns antibióticos
e outros remédios para doenças crônicas,
como bronquite, não podem circular de um país
para outro se não estiverem acompanhados de receita e
autorização médica em inglês."
Portanto, cuidado: se você vai viajar e pretende
levar algum remédio que precise de prescrição
para ser comprado, não esqueça de pedir ao médico
uma receita e uma autorização para uso do medicamento,
escritas no idioma do destino ou em inglês. Assim, evitam-se
problemas com os mecanismos de controle de entrada de medicamentos
no país de destino. Além disso, é sempre
bom entrar em contato com a Vigilância Sanitária
para saber o que você pode e o que não pode levar.
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Quais vacinas são necessárias quando se vai viajar?
Antes de qualquer viagem, é preciso checar
se a região para onde você vai embarcar é
foco de doenças. Conforme o seu destino, uma simples
vacina pode ser a solução para uma série
de inconvenientes. A mais comum defende da febre amarela, que
é exigida por alguns países e pelos seguintes
Estados do Brasil: Acre, Amapá, Goiás, Mato Grosso,
Amazonas, Distrito Federal, Maranhão, Mato Grosso do
Sul, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins.
Em viagens internacionais, apresente o Certificado
Internacional de Vacinação contra Febre Amarela,
no momento do desembarque.
É importante
tomar a vacina no mínimo 10 dias antes da viagem. Ela
tem validade de 10 anos e pode, ocasionalmente, produzir uma
pequena reação no local da aplicação.
Também podem manifestar-se uma febre leve e dores de
cabeça (em 5% das pessoas, de 5 a 7 dias após
a vacinação). A vacina não é aconselhável
para mulheres grávidas e as que tomam a vacina devem
evitar a gravidez por um período de, no mínimo,
30 dias.
A vacina é
gratuita e está disponível na rede pública.
A emissão do Certificado Internacional de Vacinação
é feita somente pelos postos do Ministério da
Saúde. Se já tiver tomado em outro lugar, basta
levar o comprovante para um dos Postos de Vacinação
Internacional e pedir o certificado.
•
Cuidados com insetos
• Doenças transmitidas por água ou alimentos
contaminados:
• Doenças transmitidas pelo contato com a água
ou pelo ar
• Cuidados com animais
• Por ferimentos
Cuidados com insetos
A febre amarela faz parte das doenças
transmitidas por insetos, assim como malária, dengue,
doença de Chagas, doença do sono, leishmaniose
e filariose. Para essas e outras doenças, alguns cuidados
são necessários:
-
Certifique-se, em consulta médica, da
necessidade de quimioprofilaxia (remédio especial contra
malária), que poderá ser prescrita pelo médico.
Você pode tomar o remédio 24 horas antes de entrar
na região de risco e, depois, uma vez por semana durante
cinco ou seis semanas. A malária pode ter fases de surto
em alguns países, principalmente da África, da
Ásia e da América do Sul;
-
Procure hospedar-se em locais com ar-condicionado.
Se isso não for possível, use mosquiteiros, repelentes
de tomada ou inseticidas. Use repelentes na pele à base
de DEET (como Autan e Off), enquanto estiver ao ar livre. As
calças e camisas de manga comprida também protegem.
Doenças
transmitidas por água ou alimentos contaminados:
- Cuidados
com a alimentação evitam uma série
de enfermidades. A lista inclui diarréia, cólera,
febre tifóide, hepatite A, hepatite E, poliomelite e
verminoses. Para proteger-se, evite consumir bebidas e alimentos
preparados na rua. Prefira água mineral. Se não
for possível, beba água clorada ou fervida.
- Procure
hospedar-se em áreas com água e esgoto tratados.
Coma alimentos cozidos ou fervidos, preparados na hora. Consuma
frutas e vegetais apenas quando lavados com água clorada
e descascados por você ou quando tiver certeza que foram
preparados por mãos limpas e com água potável.
Quem pretende viajar para a região amazônica deve
vacinar-se contra hepatite B (por enquanto só existe
vacina para essa hepatite).(voltar)
Doenças
transmitidas pelo contato com a água ou pelo ar:
Para
evitar enfermidades como esquistossomose, leptospirose
e infecções causadas por amebas, prefira ficar
em áreas com água e esgoto tratados. Não
tome banho em lagoas suspeitas de abrigar caramujos, que podem
transmitir esquistossomose. Use botas impermeáveis quando
for andar em áreas alagadas.
-
Certifique-se também da necessidade de
vacinar-se contra sarampo, rubéola, caxumba, gripe, pneumonia
pneumocócica, meningite, difteria e coqueluche, que são
transmitidas pelo ar.
A gripe, por exemplo,
é infecciosa e contagiosa. Para quem pretende viajar
para o Hemisfério Norte, principalmente no inverno, é
aconselhável tomar a vacina específica, que é
aplicada nos aeroportos, gratuitamente. Também é
possível receber a dose, que faz efeito durante um ano,
em um posto de vacinação.
Cuidados
com animais
Acidentes com animais peçonhentos
ou raivosos são perigosos. Portanto, algumas medidas
de precaução são aconselh
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áveis:
- Certifique-se,
de acordo com o roteiro da viagem, da necessidade de vacinação
anti-rábica. Caso você seja mordido, arranhado
ou tenha contato com saliva de animal em algum ferimento ou
na boca, lave a região com água corrente e sabão
e procure imediatamente assistência médica. Se
o animal for doméstico (cão ou gato), procure
também entrar em contato com o dono e peça para
que ele o avise caso haja mudança de comportamento ou
morte do animal.
- Use botas quando
for andar em sítios, fazendas e florestas, para evitar
acidentes com animais peçonhentos (aranhas, escorpiões
e cobras) e verminoses. Antes de calçar os sapatos, verifique
sempre se não há dentro algum animal peçonhento
(aranhas, escorpiões, cobras ou roedores). Caso sofra
algum acidente desta natureza, procure imediatamente auxílio
médico e não faça o toniquete (método
em que se amarra a área atingida, evitando a circulação
do sangue) nem tente retirar o veneno. Procure deixar a vítima
na posição horizontal e em repouso até
a chegada do médico.
O Instituto Butantã
de São Paulo aconselha que os leigos não tentem
aplicar o soro, mesmo em caso de picadas.
Por
ferimentos
- O
tétano é uma doença grave,
potencialmente fatal e geralmente causada por ferimentos. Se
o seu roteiro de viagem está relacionado a qualquer tipo
de aventura, como trilhas na mata ou exploração
de cavernas, certifique-se de estar vacinado contra o tétano.
A validade da vacina é de 10 anos.
Nas crianças,
as vacinas mais utilizadas são DPT e DPaT (proteção
contra difteria coqueluche e tétano). Adultos costumam
receber dT (contra difteria e tétano) e ATT (contra o
tétano). Os adultos que nunca receberam a vacina contra
o tétano devem tomá-la em três doses, respeitando
um intervalo de 30 dias entre as doses. É importante
lembrar que as gestantes podem e devem ser vacinadas contra
o tétano.
Os
países que exigem a vacina contra a Febre Amarela são:
África: África do Sul, Angola,
Benin, Burkina Fasso, Burundi, Chade Congo, Costa do Marfim,
Camarão, Djibuti, Egito, Eritréia, Etiópia,
Madagáscar, Moçambique, Nigéria, Uganda,
República Democrática do Congo, Gabão,
Gâmbia, Gana, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial,
Jamaica, Quênia, Lesoto, Libéria, Líbia,
Malaui, Mali, Malta, Mauritânia, Moçambique, Namíbia,
Nigéria, Reunião, Ruanda, São Tomé
e Príncipe, Senegal, Seicheles, Serra da Leoa, Somália,
Sudão, Tanzânia, Togo, Tunísia, Uganda e
Zimbabué.
América do Sul: Bolívia, Brasil,
Colômbia, Equador, Guiana Francesa, Paraguai, Peru e Venezuela.
América Central: Antilhas Norueguesas, Bahamas, Barbados,
Belize, República Dominicana, El Salvador, Granada, Guadalupe,
Guatemala, Guiana Francesa, Haiti, Martinica, Nicarágua,
Panamá, São Cristóvão e Neve, Santa
Lúcia, São Vicente, Suriname e Trinidad e Tobago.
América do Norte: México.
Europa: Albânia
Oceânia: Austrália, Fiji, Ptcair,
Polinésia Francesa, Samoa Americana, Samoa e Tonga.
Ásia: Afeganistão, Arábia
Saudita, Bangladesh, Camboja, Casaquistão, China, Cingapura,
Filipinas, Ilhas Salomão, Índia, Indonésia,
Irã, Iraque, Jordânia, Kiribati, Laos, Líbano,
Malásia, Maldivas, Nauru, Nepal, Omã, Paquistão,
Palau, Papua-Nova Guiné, Sri Lanka, Síria, Tailândia
e Vietnã.
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