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As vantagens oferecidas para deficientes físicos variam de empresa para empresa. As companhias aéreas tentam vencer as dificuldades de locomoção em pequeno espaço, enquanto os hotéis oferecem no dia-a-dia o mesmo conforto que esses passageiros desfrutam em suas casas.Em companhias
aéreas: Tanto na Tam quanto na Vasp, em vôos onde é usado o finger (túnel), o passageiro é levado de cadeira de rodas até o assento, adaptado para uma poltrona especial. Quando o embarque é feito por escadas, funcionários carregam passageiros portadores de deficiências físicas até seus assentos. As poltronas especiais têm os braços removíveis, facilitando a locomoção. Em termos de equipamentos de vôo, a Tam tem banheiros especiais para deficientes em seus vôos intercontinentais. Já nos vôos nacionais, o passageiro tem de ser transferido de sua cadeira de rodas para um assento especial dentro do banheiro, já que não há possibilidade de colocar a cadeira nos pequenos banheiros dos aviões menores. A Swissair tem uma assessoria especial
para deficientes físicos. No momento da compra do bilhete aéreo,
a companhia deve ser avisada sobre o tipo de deficiência apresentada
pelo passageiro e sobre o uso de equipamentos de apoio, como cadeira
de rodas. Essas informações irão constar do bilhete,
para que ele seja atendido corretamente. Há três equipes
atuando em conjunto: Na Vasp, quando o passageiro deficiente faz a reserva, ele também tem de informar sobre suas condições. No check-in, ele é convidado a ir a uma sala reservada, longe do aperto das salas de embarque. No avião, ele é acomodado em posição estratégica - perto do banheiro, do corredor e do chefe da tripulação, que é responsável pelo deficiente durante todo o vôo. O comissário-chefe é instruído pela Vasp a quase adivinhar os desejos do passageiro, dedicando cuidado especial para que o deficiente não se sinta desconfortável na viagem. Dentro da aeronave, os banheiros são equipados com os chamados Pega-Mão (objetos fixados nas paredes que foram desenhados para a facilidade de movimentação de todos os passageiros, principalmente de deficientes). Há um comissário homem e uma comissária mulher que ficam responsáveis pela acomodação no banheiro desses passageiros especiais.
Em
todo o Brasil, são 281 os hotéis que oferecem apartamentos
específicos para deficientes físicos. Em hotéis
de selva, os chamados jungle lodges, não existem apartamentos
preparados para a recepção de deficientes. Em hotéis
convencionais, as coisas são mais fáceis. Como o menor viaja sozinho? Deixar uma criança viajar desacompanhada normalmente preocupa os pais. Por isso, o Poder Judiciário - especificamente o Juízo da Infância e Juventude (Juizado de Menores) - e as companhias aéreas tomam uma série de precauções especiais. Procedimentos Legais Para
viagens internacionais, o juizado exige que os pais escrevam uma carta
de autorização com a assinatura de ambos e firma reconhecida.
Isso já basta para validar o documento. Não é
preciso ir até o juizado. Se o menor for para fora do País
acompanhado só da mãe ou do pai, é preciso a
autorização do outro responsável. Nas companhias aéreas Nos vôos internacionais, crianças de até 12 anos recebem um tratamento especial. Ele começa na reserva, quando os pais precisam preencher uma ficha dizendo quem vai receber o menor no destino e o telefone de contato deste responsável. Também deve constar da ficha uma eventual necessidade de alimentação especial ou de uso de medicamentos. No dia do embarque, os pais podem passar outras recomendações aos funcionários da companhia, que vão acompanhar a criança até a entrada no avião. A partir dali, a responsável passa a ser a comissária de bordo. A
bagagem também será cuidada pelos empregados da empresa.
Os documentos que a criança leva ficam com ela mesma: geralmente
eles são colocados em uma bolsinha especial da companhia aérea.
Quando o menor chega ao país de destino, algum funcionário
estará à espera e ficará com ele até a
chegada da pessoa indicada pelos pais. Como viajar com animais de estimação ? Se
você vai viajar e não tem com quem deixar seu animal
de estimação, ou simplesmente não dispensa a
companhia do bichinho, não precisa se preocupar: obedecendo
a algumas regras do Ministério da Agricultura - que regulamenta
o Carteirinha Não
basta atender às especificações de peso e tamanho
pedidas pelas companhias. Antes mesmo de procurá-las e reservar
o lugar do bichinho, junto do assento ou no compartimento de carga,
o dono deve munir-se da carteira de vacinação do animal
e dirigir-se à seção especializada do Ministério
da Agricultura. |